Segunda-feira, Julho 06, 2009

a festa dos trending topics

TWITTER A nova mania entre os brasileiros do Tuíter é levar as coisas pro Trending Topics. Já ouvi e li muita gente criticando, dizendo coisas como "Só os brasileiros forçam os trending topics". Tópicos como os #welcomemcfly, #chupa e #forasarney foram exemplos de como os brasileiros "forçaram" as entradas desses tópicos no Tuíter.

Particularmente não vejo nenhum problema em forçar os Trending Topics. Principalmente porque mandar alguma coisa pros Trending Topics do Tuíter significa chamar a atenção. E chamar atenção é uma coisa que nos agrada - especialmente no meio americanizado que é o Tuíter: "Michael, Michael, eles não ligam prà gente!"

Quando o meio de informação muda é natural que as formas de protesto mudem também e forçar os trending topics foi uma forma que alguns brasileiros encontraram de se expressar mundialmente. Se isso vale realmente de alguma coisa ou não, é outra discussão. Até porque, vamos refletir, existe alguma validade extraordinária para o Tuíter? E se essa validade existe, qual a importância realmente concreta dos trending topics? Se alguma tivesse, besteiras como "Good Night" e "iTunes" não apareceriam entre eles tão facilmente.

Vamos combinar que se revoltar contra isso é uma bobagem. Tanto de quem se revolta, quanto de quem aceita veementemente a mania de forçar os trendind topics. Tentar encarar as coisas com um pouco de humour não faz mal, e essa é a forma que nós achamos de entender os trending topics.

#chupa

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Sábado, Maio 30, 2009

o único livro

BÍBLIA Esses dias, dada à total falta do que ler, encontrei entre os livros de mamãe uma pequena antologia dos sermões do Padre Vieira. Ah, o Barroco. Ah, como amo essa porra. Pois bem. Depois de só ter lido o Sermão da Sexagésima, resolvi pegar e dar uma olhada no SERMÃO PELO BOM SUCESSO DAS ARMAS DE PORTUGAL CONTRA AS DA HOLANDA. Como é impossível pegar os escritos do Padre para uma mera olhada, sentei e comecei a ler de verdade.

Só-que me deparei com uma série de citações bíblicas às quais fazia cara de -q. O que me restou foi pegar a bíblia bem didática de mamãe e sentá-la ao colo, junto do sermão, pra ver se conseguia tirar do texto alguma coisa mais proveitosa. A coisa foi me instigando e me curiosando. Terminei o sermão, depois de ter lido uns dois salmos e uma alguma parte do êxodo. Fechei o sermão, mas não a bíblia.

Nunca tive um contacto realmente válido com os textos sagrados. Nunca fui doutrinado por eles, tampouco interessado. Não é novidade pra ninguém a minha posição de ateu e de descrente em relação a essas coisas. (Tirando eventuais peregrinações a Aparecida pra pagar promessa, mas isso talvez seja matéria de uma outra postagem no blogue.) Para mim pegar a bíblia é coisa tão improvável quanto chuva no deserto.

Sim, estou lendo a bíblia. Resolvi dar uma olhada no guia que segue nos prólogos da bíblia - bem comentei que essa edição de mamãe era bem didática. Me falou pra começar pelos evangélios e é isso que estou fazendo. Ainda tô no Mateus. Mas logo-logo vai acabar.

Impressões iniciais? Estou estupefato. Não só pelo texto em si, mas pela minha total imbecilidade de não ter ido ao encontro dele antes. (Aos mais desesperados ou esperançosos, não... Não encontrei Jesus. Pelo menos não nesse sentido corriqueiro.) Nunca tinha tido realmente a ideia da importância do texto bíblico. E de quantas coisas tô encontrando por lá. Evidentemente não tô lendo aquilo de forma religiosa - até porque, fui com o livro ao banheiro -, tô me esforçando ao máximo para perder determinados preconceitos e encarar as narrativas como senão literárias, filosóficas, e disso estou-me fazendo valer. E muito.

Resta agora agradecer ao Vieira. Mais um mandou ler a bíblia. E mais um fez conseguir que lesse.

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Segunda-feira, Maio 25, 2009

"chove, chuva, chove sem parar"

CHUVAS NO NORDESTE Em Dezembro do ano passado, as chuvas assolaram 63 municípios em Santa Catarina. Aproximadamente R$23 milhões de reais foram doados para a ajuda e reconstrução do patrimônio perdido.

Nesses últimos meses, o Norte e Nordeste do país também sofreram com as chuvas. 298 municípios declararam estado de emergência e curiosamente a Defesa Civil do Maranhão declarou que foram depositados apenas R$ 60 mil em doações nas suas contas e, no Ceará, à Força Solidária
chegaram apenas R$ 34,5 mil doados.

O problema é o mesmo e as chuvas não perdoam ninguém. O que fica é uma questão muito clara: não interessa quantas pessoas estão com problemas, nem quantas cidades estão alagadas. Os doadores não estão interessados em ajudar os mais necessitados. O interesse é outro, que está mais ao Sul do que ao Norte.

[Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2405200910.htm
http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/chuvaemsantacatarina/]

Ah!, sim! Até Folha de São Paulo criou em seu site uma página especial para as chuvas em
SC. Aparentemente ao Norte e ao Nordeste são suficientes apenas notas de rodapé.

Sábado, Maio 23, 2009

sobre a volta do blogue

COLUNA EM L Ainda não tive um ensaite muito legal sobre o que escrever aqui. Aliás, ainda nem sei com muita clareza o porquê de escrever nesse blogue. O que sei é que tô com a necessidade de voltar a dar os meus pitacos sobre o que anda acontecendo aqui e acolá, comigo e com os outros, desse e daquele jeito.

Anoquevem é ano de eleição, tem muitas coisas acontecendo, enfim. Seria legal voltar com o blogue.

Por isso é só, quando achar o sobre-que falar, falo mais.

Quinta-feira, Maio 21, 2009

Depois de mais de um ano de hiato, o blogue vai voltar.

Quinta-feira, Março 20, 2008

Ahn...

Quer saber?

Cansei do blog.

Sexta-feira, Fevereiro 08, 2008

oô...

Prometido e cumprido, para contrariar a música da Rita Lee, que dando os devidos créditos ao autor, esses deveriam ir automaticamente ao Moacir Franco, escritor da música, e sem desmerecer naturalmente a interpretação magistral da Rita, entregues os devidos direitos autorais a ambos, e para que as coisas não terminem em bosta, estou eu aqui a postar as fotos que prometi de São Paulo, publicadas na Revista da Folha em ocasião do aniversário dos 454 anos da cidade. Lanço mão das três fotos que mais me agradaram, e os devidos créditos aos seus devidos fotógrafos, que assim como Rita Lee e Moacir Franco, não devem ser ignorados, sejam pelas conseqüências constrangedoras que isso pode se suceder, seja pela total falta de delicadeza e justiça que haveria de ser em caso de não fazê-lo.

avenida paulista



















estação da luz


















viaduto prof. bernardino tranchesi sobre o túnel nove de julho




















E, como prometido e mais uma vez cumprido, os créditos são dos fotógrafos Weber Amendola de Oliveira, Pedro Nunes Rodrigues de Menezes e Otávio Burin de Oliveira, respectivamente. Aproveitando a oportunidade para falar, "wöw, caras, que fotos iradas", e aqui acabam-se as rasgações de ceda.

E, por fim, para terminar com o ciclo de promessas e cumprimentos e bostas, falta apenas o texto da cidade de São Paulo que estou escrevendo, e que, se não me faltar delicadeza e justiça a mim mesmo, o que por razões óbvias não sucederá, vou postar aqui com o crédito a mim, e fim. Aguardem.

(E desejem-me feliz aniversário, porque eu mereço.)

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